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Segurança alimentar é prioridade para a Comissão Europeia

Posted on: September 19, 2014 13:47pm
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A contaminação de alimentos pode provocar o pânico nas populações e destruir sectores inteiros da economia de um país e, consequentemente, gerar desemprego.

Aconteceu com a crise das vacas loucas, a gripe das aves ou os pepinos alegadamente contaminados. Já não há barreiras que travem a circulação de informação e as redes sociais ainda podem potenciar mais o receio e o pânico. Por isso, a segurança alimentar tornou-se uma das prioridades da União Europeia. Foi criado um sistema de alerta rápido para os géneros alimentícios e alimentos para animais.

No “Trabalho sem Fronteiras” desta semana este foi o tema em destaque. Ao jornalista Daniel Rosário um dos membros da direcção-geral de saúde e consumidores da Comissão Europeia, Koen Van Dyck, explicou como funciona o sistema de alerta rápida. E como é essencial que a comunicação entre as entidades nacionais e europeias funcione para que qualquer risco de saúde pública seja travado – nomeadamente com a retirada de produtos do mercado – antes que chegue ao conhecimento generalizado do público.

Esta é a prioridade também para a Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE). O inspector-geral Pedro Portugal Gaspar sublinhou que em Portugal não há registo de aumento dos riscos de segurança alimentar porque o sistema de alerta rápido funciona.

Pedro Portugal Gaspar frisou, no entanto, que é preciso não confundir segurança alimentar com fraude económica. Essa sim, está a aumentar, diz o inspector-geral da ASAE. E dá como exemplos a perca do nilo que é vendida como cherne ou carne de cavalo que passa por vaca.

A ASAE tem cerca de 400 trabalhadores, 250 são inspectores. Questionado sobre a suficiência de meios humanos, pedro Portugal Gaspar que é preciso aproveitar os meios que existem e optimizá-los. E, por exemplo, o e-commerce já não exige tantos inspectores como as intervenções junto do comércio de porta aberta ou em feiras.

Fonte: Rádio renascença

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